quarta-feira, 24 de março de 2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
...
Fiz minha casa no teu cangote
Não há neste mundo o que me bote
Pra sair daqui
(uh uh uh)
Te pego sorrindo num pensamento
Faz graça de onde fiz meu achego, meu alento
E nem lembro
Como pode, no silêncio, tudo se explicar?!
Vagarosa, me espreguiço
E o que sinto, feito bocejo, vai pegar
Fiz minha casa no teu cangote
Não há neste mundo o que me bote
Pra sair daqui
(uh uh uh)
6 Minutos - Otto
Não precisa falar
Nem saber de mim
E até pra morrer
Você tem que existir
Não precisa falar
Nem saber de mim
E até pra morrer
Você tem que existir
Nasceram flores num canto de um quarto escuro
Mas eu te juro, são flores de um longo inverno
Nasceram flores num canto de um quarto escuro
Mas eu te juro, são flores de um longo inverno
Isso é pra morrer
6 minutos
Instantes acabam a eternidade
Isso é pra viver
Momentos únicos
Bem junto na cama de um quarto de hotel
E você me falou de uma casa pequena
Com uma varanda, chamando as crianças pra jantar
Isso é pra viver
Momentos únicos
Bem junto na cama de um quarto de hotel
D'um quarto de hotel
Num quarto de hotel
Não precisa falar
Nem saber de mim
E até pra morrer
Você tem que existir
Nasceram flores num canto de um quarto escuro
Mas eu te juro, são flores de um longo inverno
Nasceram flores num canto de um quarto escuro
Mas eu te juro meu amor, são flores de um longo inverno
Isso é pra morrer
Você me falou
E eu estava lá e falei
Isso é pra morrer
6 minutos
Instantes acabam a eternidade
Isso é pra viver
Momentos únicos
Bem junto na cama de um quarto de hotel
E você me falou de uma casa pequena
Com uma varanda, chamando as crianças pra jantar
Isso é pra morrer
6 minutos
Instantes acabam a eternidade
Isso é pra viver
Momentos únicos
Bem junto na cama de um quarto de hotel
E você me falou
Num quarto de hotel
Num quarto de hotel
O Que é Feito De Você - Cartola
O que é feito de você
Ó minha mocidade
Ó minha força,
A minha vivacidade?
O que é feito dos meus versos
E do meu violão?
Troquei-os sem sentir
Por um simples bastão
E hoje quando eu passo
A gurizada pasma
Horrorizada como quem
Vê um fantasma
E um esqueleto humano assim vai
Cambaleando quase cai, não cai
Pés inchados, passos em falso
O olhar embaçado
Nenhum amigo ao meu lado
Não há por mim compaixão
A tudo vou assistindo
A ingratidão resistindo
Só sinto falta dos meus versos
Da mocidade e do meu violão.
....
Nossa!!! quanto tempo não escrevo, aff abandonei esse blog.
Enfim, tantas coisas, termino de curso...festinhas, farrinhas, cervejinhas e etc.
Também dei férias para qualquer coisa pensante e depois veio CARNAVAL aiaiaiaiaiaiia estou sofrendo TPC (tensão pós carnaval) “eu acho é pouco... quero muitoooo mais”
Enfimmmmm
Começou realmente o ano, acho que literalmente para mim, preciso começar a escrever a monografia (começarei, de fato, amanhã), tomar decisões, tentar coisas novas, enfim...
Primeira coisa é escrever algo bem legal pro meu blog. Enquanto isso não acontece, deixo dois presentinhos, quer dizer três: CARTOLA, CÉU e OTTO, três figuras que fazem muita minha cabeça, principalmente neste exato momento.
Otto - Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranquilos
Céu – Vagarosa
Cartola – Verde que te quero rosa.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Que tarde, tristeza
Você veio hoje me ver
Já estava ficando
Até meio triste..."
Que nada!!!
Bye bye tristeza, só me procure na próxima encarnação...
Saraváaa!!!
"Ao som dos clarins de Momo
O povo aclama com todo ardor,
O Elefante exaltando as suas tradições.
E também seu esplendor.
Olinda, este meu canto
Foi inspirado em teu louvor,
Entre confetes, serpentinas
Venho te oferecer com alegria o meu amor.
Olinda, quero cantar a ti esta canção,
Teus coqueirais, o teu sol, o teu mar,
Faz vibrar meu coração de amora sonhar, minha Olinda sem igual,
Salve o teu Carnaval!"
domingo, 17 de janeiro de 2010
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Dia Cinzento
O meu coração abriga uma torcida em plena final de campeonato, todos borbulhando de ansiedade. Em alguns momentos do dia acho que o meu pobre coração é uma bateria de escola de samba em frente da comissão julgadora, dá aquela paradinha e freneticamente começa a tocar.
Pensar no futuro me faz gostar menos do meu presente, de querer voltar ao passado, não pra deixar de fazer alguma coisa – isso não! – é uma vontade de acrescentar na minha história coisas pra me agarra agora, nesse presente angustiado. Hoje mesmo, queria muito ter algo definido, não no sentido de acabado, mas digamos encaminhado. É hoje sinto-me perdidamente desorientada – sem medo – apenas exageradamente angustiada.
Enfim, desabafo de fim de tarde.
